INAE veta consumo de azeite Oliveira (Andorinha)

ECONOMIA SOCIEDADE

A Inspeção Nacional das Actividades Econômicas (INAE) vetou o consumo e comercialização do azeite alimentar de marca Oliveira (Andorinha) do lote 9127322. Para a INAE o referido azeite é nocivo à saúde humana.

Rita Freitas, Inspectora – geral do INAE, foi quem fez o alerta, tendo adiantado igualmente que decorrem trabalhos, a nível nacional, recolha destes produtos que se encontram nos postos de venda.

Nos seus trabalhos de fiscalização Inspeção Nacional das Actividades Econômicas confiscou 75 latas na província da Zambezia, duas em Sofala e uma quantidade não especificada na capital do país.

A Inspectora – Geral do INAE declarou que as amostras do azeite foram encaminhadas para o laboratório para a devida verificação e análise e o resultado confirmou que o óleo não reúne condições para o seu consumo humano.

Ainda no decurso das suas actividades de fiscalização, aquela instituição que chancela as actividdades econômicas no país, apreendeu e destruiu diversos produtos mal conservados e com prazo de validade vencido, avaliados em cerca de 213 mil meticais.

Por outro lado, a entidade fiscalizou, na primeira quinzena do mês em curso, em todo país, 799 estabelecimentos comerciais, onde foram constatadas várias irregularidades com destaque para a violação do decreto presidencial. Destes, 200 foram encerrados.

As províncias de Sofala (147), Tete (103) e Zambezia (102) foram as províncias com maior número de estabelecimentos comerciais, dos quais destacam-se restaurantes, discotecas bares, bancas, barracas, bottle stores, mercados municipais, salões e quintas de eventos, fiscalizados.

No que a Cidade de Maputo diz respeito, a INAE referiu que está a monitorar o funcionamento ilegal de discotecas sobretudo na cidade de Maputo. “No fim-de-semana encerramos uma discoteca que funcionava clandestinamente em violação das medidas de prevenção da Covid-19. No local encontramos mais de 200 pessoas, sobretudo jovens com idades compreendidas entre 18 e 25 anos”.