INAE encerra mais 100 estabelecimentos por diversas infracções

DESTAQUE ECONOMIA SOCIEDADE

Continua o jogo de “gato e rato” entre os estabelecimentos comerciais e a Inspeção Nacional das Econômicas (INAE). Na última quinzena de Março, cerca de 100 estabelecimentos comercias foram encerrados por violar o decreto que visa conter a propagação da Covid-19.

Face ao encerramento das casas de pasto, segundo a INAE, apesar do país registar uma curva descendente das infecções e óbitos, os quartos de hotéis tem sido palco de eventos socais proibidos.

“Nós temos encontrado, um pouco por todo o país, situações em que se realizam festas em restaurantes, salões privados, quartos privados de hotéis e as províncias com destaques para a cidade e província de Maputo, Nampula que foi onde encontrámos estabelecimentos que acabaram autorizando esses eventos que, por força do decreto, não o podem fazer” disse Rita Freitas, Inspectora-geral da INAE.

Rita Freitas revelou, por outro lado, que houve 100 estabelecimentos, com destaque para escolinhas que operavam sem autorização, que viram suas actividades suspensas e até mesmo encerradas. “Estas escolas são, maioritariamente, creches, infantários, centros infantis que, por força do decreto 7/2021, continuam encerradas. Entretanto, encontrámos estabelecimentos em algumas províncias a funcionar e são do ensino privado”, esclareceu Rita Freitas.

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