Governo determina extinção dos Correios de Moçambique

DESTAQUE ECONOMIA POLÍTICA

Reunido em mais uma Sessão Ordinária, o Conselho de Ministros aprovou nesta terça – feira, 25 de Maio, o decreto que extingue a Empresa Pública Correios de Moçambique. Com esta resolução, o Governo livrou-se dum dos activos que nos últimos anos acumulou prejuízos que lucros.

Recentemente, Raimundo Matula, administrador-executivo do Instituto de Gestão das Participações do Estados (IGEPE), declarou que os Correios de Moçambique ficou ultrapassada e que preocupava sobremaneira o Governo.

“Temos uma empresa, em particular, que nos preocupa, que é a Correios de Moçambique. O seu objecto de negócio, o mercado em que actua, ficou ultrapassado. Com a eclosão de diversos meios tecnológicos, a empresa não foi capaz de seguir a evolução e se reinventar”, disse Mutula.

Nesta terça – feira, 25 de Maio, o Conselho de Ministros encerrou em definitivo, as injecções financeiras que vinham sistematicamente, determinando o fim da Linha para os Correios de Moçambique.

“A empresa Correios de Moçambique não entra na categoria de empresa estratégica e estruturante. Primeiro, porque a lei de serviço postal, 1/16, acabou com o monopólio do serviço postal e tudo pode ser feito pelo sector privado”, disse o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane.

Ainda na linha na onda de se livrar das empresas que ano pôs anos custam milhões aos cofres do Estado, na Sessão Ordinária do Conselho determinou-se a saída total da DOMUS, AS.

“A DOMUS é uma espécie de imobiliária e foi criada, principalmente, para gerir o prédio 33 andares que é um prédio que reverteu o Estado no quadro de restruturação. Sendo uma empresa de imobiliária, a decisão foi que os 94 por cento, que são do Estado, serem vendidos e ficam seis que são privados”, explicou Adriano Maleiane para depois acrescentar que as participações do Estado na empesa em alusão serão vendidas.

“Para todas essas empresas, o IGEPE está mandatado para implementar as fases subsequentes que vão levar à liquidação das empresas e, depois, o destino a ser dado ao produto deste processo”, acrescentou o governante

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