Salomão Muchanga insta juventude a não desistir de libertar Moçambique

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Comemora-se, quinta-feira, 12 do mês em curso, o Dia Internacional da Juventude. Para assinalar a efeméride, o líder da Nova Democracia, considerado por muitos como o partido da juventude moçambicana, exorta os jovens a construírem uma nova chama de libertação e união para trazer esperança e dignidade à gerações inteiras.

Salomão Muchanga, que se notabilizou na liderança de movimentos juvenis, antes de fundar a Nova Democracia, em 2019, a propósito desta data, fala dos vários problemas e desafios que assolam essa faixa etária na perola do indico.

“A juventude moçambicana enfrenta um contexto já normalizado de violência e terrorismo, agudizado pela ovação imposta aos mitos e símbolos do regime, pela corrupção endêmica, exclusão, precariedade, pobreza, clientelismo no acesso às oportunidades, marginalização, salários de fome que só fomentam desigualdades sociais e incertezas até nos cemitérios”.

Muchanga considera que os jovens moçambicanos têm um presente muito difícil para um futuro desafiante, uma vez que em Moçambique é governado por um regime insensível quando se trata de políticas que podiam, de certa forma, beneficiar a juventude.

“Esta faixa etária muito confinada à uma perspectiva recreativa de governação ausente de alternativas económicas e sob fortes ameaças externas de dominação económica e militar por conta das riquezas do país. Apesar de todos estes desafios novas páginas se abrem na história do país com a Nova Democracia anunciando e mobilizando a juventude para que não desista de Moçambique pois está em construção uma nova chama de libertação e união para trazer esperança e dignidade às gerações inteiras”.

Se por outro lado, o líder da Nova Democracia saldou os jovens que tem feito o melhor de si para fazer de Moçambique um país de paz, inclusão e justiça social livre da corrupção. Por outro, encorajou os que se encontram no teatro das operações em Cabo para repor a paz e tranquilidade.

“Saudamos aos jovens nas forças de defesa e segurança que com apoio externo, dia e noite, faça sol faça chuva não poupam esforços para a defesa da soberania e integridade territorial face aos inimigos de dentro e de fora, ora cobertos pelo terrorismo. É a nossa justa homenagem pois reconhecemos que exercer o direito de ser jovem em Moçambique é um acto de heroísmo e devemos igualmente lembrar que é tempo de recuperar a esperança e, mais ainda, que não se pede direitos, luta-se por eles”.

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