Bruno Langa ignora perguntas da Ordem dos Advogados: “não vou responder a pergunta”

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Depois de ter sido interrogado, quinta-feira, 02 de Setembro, pelo juiz da causa e pelo Ministério público, nesta sexta-feira, 03 de Setembro, Bruno Langa, voltou a 6ª Sessão do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo para responder as perguntas da Ordem dos Advogados (OAM), assistente no processo. Nas 26 questões feitas pela OMA, Langa declarou que “não vou responder a pergunta”.

Engane-se quem pensava que Bruno Langa não mudaria de estratégia no segundo dia da sua audição no julgamento das dívidas ocultas. Ao contrário do que fez quando foi chamado a contar a sua versão dos factos pelo juiz Efigênio Baptista e pelo Ministério Público, no início da audição desta sexta-feira, o amigo de longa data de Armando Ndambi Guebuza e afilhado de casamento de Teófilo Nhangumele foi parco nas palavras, tendo respondido todas as questões com a mesma frase: “não vou responder a pergunta”.

No documento que foi lido, na quinta-feira, 02 de Setembro pelo Ministério Público, em tribunal consta a assinatura do réu. Contudo, Bruno Langa disse que não chegou tornou público que que foi ameaçado para assassinar o depoimento que consta dos autos.

“Eu só fiquei cinco minutos a prestar depoimentos. Eu não fiz essas declarações ao Procurador Délio Portugal. Isso que está aí é mentira. Eu não disse nada disso que está escrito”, denunciou Bruno Langa.

Instado a comentar sobre as acusações que fez ao Ministério Público e ao Procurador Délio Portugal, Langa voltou a ser igual a si mesmo, tendo se limitado a declarar “não vou responder a pergunta”

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