Nyusi destaca avanços significativos na luta contra o terrorismo

DESTAQUE POLÍTICA

No dia em que o país comemorou 46 anos dos Acordos de Lusaka de culminaram com a proclamação da independência nacional no dia 25 de Junho de 1975, o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, declarou que as Forças de Defesa e Segurança, auxiliadas pelas forças ruandesas e da SADC, recuperaram algumas zonas que num passado recente eram dominadas pelos insurgentes. Por outro lado, Nyusi destacou que entre os líderes dos insurgentes há cidadãos da Tanzânia, República Democrática do Congo, Somália, Ruanda e Quénia.

A chegada das tropas ruandesas espevitou Moçambique na luta contra os grupos armados que desde Outubro de 2017 semeavam luto e terror na província de Cabo Delgado.  No Dia da Vitória, Nyusi falou dos avanços que o país nos últimos dias no teatro das operações.

“Neste momento conseguimos recuperar quase todos os espaços ocupados pelos terroristas, estando a decorrer operações de limpeza e esclarecimento combativo e restabelecimento de infraestruturas de energia, água, telefonia móvel, banca, estradas, pontes centros de saúde, entre outros. ”, disse Nyusi

Ainda nas celebrações do 46º dos Acordos de Lusaka, cuja cerimônia central teve lugar na província de Nampula, Nyusi garantiu que a força conjunta está a prontidão para repelir qualquer investida dos insurgentes, tendo também tornado público as origens dos líderes dos grupos armados.

“Continuamos a alertar para máxima segurança porque o terrorista é suspeito de nunca ter um espaço permanente para actuar. Os cabecilhas deste grupo criminoso nunca deram a cara e, portanto, o povo moçambicano ainda não os conhece, mas que entre eles há cidadãos da Tanzânia, República Democrática do Congo, Somália, Ruanda e Quénia, que recrutam moçambicanos para as suas actividades”.

Por outro lado, Filipe Jacinto Nyusi adiantou que há pessoas que abandonaram os centros de acomodação para as suas zonas de origem.

“A situação tende a melhorar a cada dia, o que leva a que alguma população esteja a regressar às suas zonas de origem. Contudo, aconselhamos a observarem recomendações das estruturas locais, que variam de zona para zona”, avançou

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