Homens armados semeiam luto e terror em Muanza

DESTAQUE POLÍTICA

Um morto e dois feridos é o balanço preliminar do ataque perpetrado na noite desta quinta-feira, 09 de Setembro, por homens ainda não identificados, em Muanza, província de Sofala. De acordo com informações na posse do Evidências, os homens armados saquearam vários estabelecimentos comerciais.

Reagindo ao sucedido, o Comando Provincial da República de Moçambique em Sofala declarou que os homens armados dirigiram-se a um estabelecimento comercial com propósito de subtrair os bens comercializados na mesma, tendo igualmente adiantado que alvejaram mortalmente uma mulher que se encontrava no interior da loja.

“O Comando Provincial de Sofala comunica que ontem por volta das 18 horas no distrito de Muanza, na Chinambanimba, que dista 50 km da vila sede do distrito, 10 indivíduos portando catanas e armas de fogo deslocaram-se a um estabelecimento comercial onde na altura encontraram três indivíduos, dispararam tiros direcionados a estes indivíduos, tendo os alvejados. Dois são do sexo masculino e um outro de sexo feminino. A de sexo feminino não resistiu aos ferimentos e pereceu no local. Os mesmos indivíduos apoderaram-se de vários produtos”, disse o porta – voz da PRM em Sofala, Daniel Macuacua.

Questionado que se tratava dos homens da Junta Militar da Renamo, o Macuacua não entrou em detalhes, tendo apenas declarado que a PRM encontra-se no terreno a trabalhar para que os malfeitores sejam neutralizados e levados a barra da justiça.

Os assaltantes apoderaram-se de valores monetários ainda não quantificados e puseram-se em fuga.  As equipas da PRM encontram-se no local a efectuar trabalho no sentido de aferir e identificar esses indivíduos. Estou a dizer que há uma perseguição que está a acontecer no local para identificar e neutralizar esses indivíduos para serem responsabilizados pelo crime. Há uma equipa que está a trabalhar no local e se irá se perceber se há elementos da Junta Militar. Até então trata-se de um crime de roubo em que os indivíduos serão neutralizados e responsabilizados pelo tribunal”, explicou

 

                         

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