CTA considera que instrução de Bernardino Rafael é de grande importância no combate à corrupção nas estradas

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Recentemente, o Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Bernardino Rafael emitiu uma instrução com número 20/CGPRM/GCG/100/2021 onde reitera que a tarefa de dar sinal de paragem obrigatória as viaturas a serem fiscalizadas é exclusivamente dos agentes da Polícia de Transito (PT), deixando de fora os agentes da Polícia de Protecção.

A forma de actuação da polícia de protecção tem criado uma onda de indignação no seio dos automobilistas. No âmbito da purificação das fileiras prometida por Amade Miquidade esta força da Policia da Republica de Moçambique foi proibida dar paragem obrigatória as viaturas. Quem saúda a decisão do Comandante – Geral da PRM é a Confederação das Associações Econômicas de Moçambique (CTA) que considera que a deliberação foi sabiamente tomada.

“A Confederação das Associações Económicas de Moçambique – CTA, na sua qualidade de entidade de Utilidade Pública, representativa dos interesses do sector privado nacional saúda a Instrução n° 20/CGPRM/GCG/100/2021, datada de 09 de Setembro de 2021, do Comandante Geral da PRM concernente à imposição de disciplina nas actividades de fiscalização rodoviária aos Comandos Provinciais da PRM. São decisões sabiamente tomadas e vertidas na instrução rectro mencionada, as quais, pela sua natureza têm o condão de tornar o ambiente de negócios, ainda, melhor”, lê-se no comunicado da CTA

Por outro, a Confederação das Associações Econômicas de Moçambique julga que as decisões vertidas na instrução revertem-se de grande importância, em particular, no que diz respeito ao combate à corrupção ao nível das estradas nacionais.

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