Três militares da SADC perderam a vida em Cabo Delgado

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Discursando na “Cimeira da Troika do Órgão mais a República de Moçambique”, o Secretário Executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Elias Mpedi Magosi, fez um balanço positivo da Missão da África Austral em Moçambique (SAMIM), cujo mandato foi prorrogado até Janeiro de 2022, quando iniciar o processo de reconstrução de Cabo Delgado.

Nas palavras de Magosi, “a missão tem registado progressos consideráveis, consubstanciados pelo regresso à vida normal em algumas partes da região. Isto é louvável, graças ao trabalho das Forças da SADC no terreno”.

No entanto, anunciou, lamentavelmente, que “a Missão perdeu três soldados, um da República do Botswana e dois da República Unida da Tanzânia”.

Magosi, falava nesta terça, em Pretória, na reunião da SADC que aprovou a continuidade da missão militar conjunta da África Austral no combate ao terrorismo na região de Cabo Delgado, em Moçambique. “A Cimeira aprovou a extensão da SAMIM [Missão da África Austral em Moçambique] para continuar com as ações ofensivas contra extremistas violentos e terroristas em Moçambique”, anunciou o Presidente do Botsuana, Mokgweetsi Masisi, sem precisar detalhes.

A SAMIM chegou ao terreno em 09 de agosto para “combater atos de terrorismo e extremismo violento na Região Norte da Província de Cabo Delgado” com um mandato inicial até ao fim a 15 de outubro de 2021.

O Presidente Masisi referiu que a extensão da missão militar conjunta da SADC em Cabo Delgado visa “consolidar a estabilidade da segurança, criar um ambiente propício para o reassentamento das populações, e facilitar as operações de assistência humanitária e o desenvolvimento sustentado”.

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