A luta contra o terrorismo evoluiu positivamente nas províncias de Niassa e Cabo Delgado – observa o ministro da Defesa

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A Força Conjunta conseguiu destruir algumas bases dos terroristas e libertou algumas zonas que estavam nas mãos do inimigo. Entretanto, nos últimos dias, os grupos armados têm perpetrado ataques em algumas regiões das províncias de Cabo Delgado e Niassa. Apesar do cenário do presente, o ministro da Defesa, Cristóvão Chume, garantiu que a luta contra o terrorismo está a evoluir positivamente.

Recentemente, o Bispo da Diocese de Pemba, António Juliasse Sandramo, declarou que se criou uma falsa impressão de que o problema do terrorismo foi resolvido, uma vez que, quando parecia que a luta contra a insurgência armada tinha dias contados, os terroristas voltaram a perpetrar ataques nas províncias de Cabo Delgado e Niassa.

Apesar das noticias que dão conta do renascimento dos grupos armados, o ministro da Defesa, Cristóvão Chume, avançou que a guerra contra os terroristas no Teatro   Operacional Norte tem evoluído positivamente.

“A situação está a evoluir positivamente em Cabo Delgado e posso igualmente dizer com muita certeza em relação a Niassa. Naturalmente que continuamos a ter desafios de providenciar que naqueles distritos haja zero incidentes relacionados com o terrorismo”, declarou Chume, na saída da cerimônia de tomada de posse de novos directores nacionais e delegados provinciais de recrutamento.

Por outro lado, Chume instou a população a continuar nos campos de deslocados enquanto aguarda pelo aval das Forças de Defesa e Segurança para voltar às suas zonas de origens.

“Vamos escutar a mensagem das Forças de Defesa e Segurança, onde disserem que ainda não há condições para o regresso da população é melhor continuarmos a fazer de tudo para que a população permaneça nos locais onde está a receber apoio”.

Discursando na tomada de posse de novos directores nacionais e delegados provinciais de recrutamento, o titular da pasta de Defesa no Governo de Filipe Nyusi reconheceu que “o maior desafio do sector de Defesa e Segurança é a gestão dos recursos humanos”, tendo apontado que no ano em curso foi desenhada “uma estratégia de gestão dos recursos humanos para que possamos ver para onde vamos e com quem vamos. Propomos um modelo de recrutamento militar objectivo”.

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