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ESTAMOS ENTREGUES À BICHARADA

Afonso Almeida Brandão

Recentemente, assistimos a incrédulos (no meu caso) a um número avassalador de notícias que têm vindo a público, em alguns Órgãos de Informação, de várias partes do Mundo — menos em Moçambique, que nestas questões de Saúde «anda a dormir na forma» —, as quais evidenciam uma clara correlação entre a toma das vacinas das mais diversas marcas e o aparecimento de efeitos adversos, alguns temporários, outros aparentemente duradouros e até permanentes, num número considerável, e sem que haja um padrão definido nas camadas populacionais dos Países e do Mundo (incluindo Moçambique!), que nos deixam um pouco desconfortáveis, para usar um eufemismo, sobretudo porque ao longo dos últimos anos, aquando do aparecimento da “solução” milagrosa, de cujo conteúdo pouco ou nada se sabe, fomos conviventes e uns mais que outros, até certo ponto, incentivaram de forma veemente e obstinada a toma generalizada dessas inoculações, chegando mesmo durante este tempo a revelarem-se e a surgirem da bruma da memória dos dias já esquecidos autênticos sectários e fascistas, que imbuídos de um espírito de medo, paranóia, crença cega e positivista na Ciência, iniciaram uma verdadeira cruzada e perseguição àqueles que ousaram sequer questionar a narrativa vigente e mediatizada, pretendendo ao invés disso ser cautelosos, antes de colocarem no seu corpo algo sobre o qual pouco ou nada se sabia e de que não havia ainda dados robustos que permitissem aferir da sua segurança, ou não, quanto mais os efeitos que teriam aquando a sua inoculação.

Hoje, alguns meses passados, ao observar os dados do “Eudravigilance European Database of suspected adverse Drug reaction Reports”, deparamo-nos com números preocupantes, só entre nós, de Sul a Norte de Moçambique, na África Austral e na União Europeia, causados por todas as marcas sem excepção, o que nos deverá fazer questionar se os métodos usados por governos, e posteriormente replicados/ampliados por “indivíduos bem intencionados” (deles está o Inferno cheio), quer na sociedade, quer no seu seio familiar com os seus entes queridos, valeram de facto a pena e contribuíram para proteger quem quer que seja. Ou se, por outro lado, tiveram o efeito contrário.

A resposta a esta pergunta parece ter dependido mais da sorte e do acaso de cada família do que propriamente do método que já se revelou, no mínimo, ineficaz, no limite perigoso, e para alguns prejudicial e com contornos dramáticos.

Querer, portanto, perante as gritantes provas que começam a vir a público transformar uma excepção à época (dado o pouco que se conhecia do Vírus, e os indícios de que se tratava de algo com contornos bastante alarmantes, a julgar pelas imagens tétricas de caixões) numa regra geral e uma escolha de cada um, que deverá ser pessoal, intransmissível e, sobretudo, devidamente informada numa exigência, incentivando novamente outras tomas e reforços constantes de algo que foi feito em tempo recorde, como os próprios autores e fabricantes tão orgulhosamente gostam de afirmar, e de que sobre as suas fases de teste e análises antecedentes têm vindo a lume graves suspeitas, dando como exemplo os relatórios da “Pfizer”, é em si só leviano e criminoso ler essa directriz autoritária de um eleito da Assembleia da República numa qualquer rede social, (independentemente da sua cor partidária, ideologia ou grau de importância) causa mais do que estranheza, causa uma revolta e animosidade.

Retomar o discurso de ódio, segregação e ridicularização que foi tentado ao longo dos últimos dois anos perante um quadro de incerteza desta natureza, em que há novos e desconcertantes contornos a cada dia, e em que até o próprio “Center for Disease Contro CDC”, nos EUA, um dos arautos Papas destes métodos, já começa a questionar e a abandonar os mesmos, já cai no domínio do irracional patológico incompreensível e, o que é pior, do malicioso.

Perante as evidências, às quais eu nem toquei na superfície devido a ausência de espaço desta secção de opinião (e de tempo) do suporte que estou a usar para me expressar, querer forçar e ridicularizar quem pensa diferente ultrapassa todo e qualquer limite do razoável e coloca-nos numa posição de desconfiança sobre todas as entidades e instituições que têm reforçado e incentivado ou justificado os meios altamente reprováveis, hediondos e discutíveis que foram usados, quer no sentido de uma descriminação positiva, quer negativa da população, usando artifícios de incentivo/penalização (quem se lembra das discotecas e dos gelados para as crianças que se voluntariaram a vacinar nos centros de vacinação?).

Retomar uma narrativa que perante este quadro põe em causa a vida dos cidadãos ou faz com que estes joguem uma roleta russa com mais do que uma bala na câmara deverá, então, fazer-nos pensar seriamente em:

1) Quem queremos e estamos a eleger para nos representar quanto ao seu conjunto de valores, atitudes e até intenções.

2) Qual a informação e formação, se é que têm alguma, científica ou médica em que assenta este autoritarismo e intransigência perpetrada por certas e determinadas pessoas sobre as restantes, que têm dúvidas, legítimas e infelizmente suportadas por evidências cada vez mais difíceis de ignorar?

3) Quem se irá responsabilizar, no caso de ocorrer ainda mais dramático desfecho com as novas doses que estão já a ser preparadas para este Inverno e em que lugar fica na alarvidade do que foi proferido na dita publicação o consentimento informado, ou a expressão “do meu corpo, minhas regras”, tão ampla e orgulhosamente difundida por certos e determinados grupos em outros campos menos relevantes que a sua saúde?

4) Qual a verdadeira razão por trás de toda esta exigência? Dado que à luz dos últimos acontecimentos e tendo em conta que o vírus e o seu desfecho são menos imprevisíveis e nocivos que estas sucessivas doses. A preocupação com a saúde e o bem-estar, quer individual, quer colectivo, não parece infelizmente ser o caso.

Perante tudo o que foi dito, começa a tornar-se incompreensível esta insistência, sobretudo vinda de figuras mediáticas ou de poder da sociedade, numa doença que não só não é assim tão letal, como, aparentemente, as inúmeras notícias faziam prever, como a mesma é já hoje endémica e praticamente a grande maioria das pessoas já desenvolveu anticorpos suficientes, uma vez que já tiveram no mínimo uma ou mais infecções causadas pelo “SARS Cov-2” e suas linhagens e variantes.

Perante estas e outras constatações que já são assumidas e difundidas, tal é a prevalência e corriqueirismo das mesmas, como as alterações anómalas no ciclo menstrual nas mulheres observado recentemente, se os governos de todo o Mundo, e em especial “o nosso” Moçambicano, endurecerem o discurso durante os próximos meses, como a julgar pela publicação do referido deputado eleito em Portugal (contendo de forma acéfala, para ser simpático, disposições que violam claramente os mais elementares direitos constitucionais dos cidadãos) parece já ser o caso, deveremos gritar em uníssono e definitivamente afirmar, para todos e para cada um, que esta situação marca um ponto de quebra em que devemos ser inflexíveis e implacáveis na luta pelos nossos direitos e liberdades individuais, devendo decretar oficialmente que isto é o fim da Picada! Ou seja: estamos entregues à Bixarada!!!

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