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Na qualidade de Comandante Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Daniel Chapo, desafiou, nesta quarta-feira, 30 de Julho, os recém – empossados Vice-Chefe do Estado-Maior General, Inspector das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e Comandante do Ramo do Exército a combater nepotismo e corrupção nas fileiras do exército de modo a promove imagem das Forças Armadas de Defesa de Moçambique tanto a nível nacional como internacional.
“constituem desafios prementes das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, entre outros, os: a) Operacionais, onde desponta a necessidade de aprimoramento da doutrina de instrução e de emprego da força; Logísticos, com enfoque na aquisição, afectação e manutenção de meios e equipamentos, bem como a sustentação da força e Financeiros, centrado na mobilização de recursos financeiros para as Forças Armadas de Defesa de Moçambique”, reconheceu o Presidente da República.
Relativamente a nomeação do Vice-Chefe do Estado-Maior General, Daniel Chapo explicou que a mesma decorre do preenchimento da estrutura orgânica das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, tendo, ao mesmo tempo, explicado que o empossamento do Inspector das Forças Armadas de Defesa de Moçambique; patenteamento e empossamento do Comandante e do Chefe do Estado-Maior do Exército; dos Directores dos Departamentos de Logística e de Finanças do Estado Maior General visam dinamizar e refrescar os órgãos que irão dirigir.
Chapo desafiou aos recém – nomeados e empossados a combaterem o nepotismo e corrupção nas fileiras do exército com vista a promover a imagem das Forças Armadas de Defesa de Moçambique tanto a nível nacional como internacional.
“Nesta ocasião solene, queremos instar-vos a exercerem as vossas funções com responsabilidade, isenção, humanismo, competência e patriotismo. Exortamos-vos para o contínuo reforço da ética, deontologia e disciplina militares, com base na observância da legislação aplicável e que pautem, nosso trabalho e na vossa actuação de forma exemplar, incluindo na prevenção e combate de actos associados ao nepotismo e corrupção no seio das fileiras. No exercício das funções que passam a assumir, devem sempre privilegiar práticas que contribuem para a promoção da boa imagem das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, no seio da sociedade moçambicana e na comunidade internacional”
Numa altura em que se fala da falta de mantimentos nos quartéis e, sobretudo, no Teatro Operacional Norte, Comandante Chefe das Forças de Defesa e Segurança instou o Vice-Chefe do Estado-Maior General, Inspector das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e Comandante do Ramo do Exército para gerir de forma sustentável os recursos alocados para o exército.
“Garantam uma gestão sustentável dos recursos colocados à disposição, através da observância rigorosa das normas de contratação pública, auditoria e supervisão contínuas e implantação de controlos internos robustos. Queremos que contribuam para o desenvolvimento do moral da tropa, adoptando uma gestão criteriosa das carreiras dos militares, incluindo a satisfação das necessidades de aquartelamento e assistência psicossocial”.
Por sua vez, o Comandante do Serviço Cívico de Moçambique foi desafiado a prosseguir com os projectos em carteira, visando a consolidação desta instituição essencial na matriz do desenvolvimento socio-económico nacional, através da promoção do capital humano, produção agrária e assistência técnico-administrativa às instituições e à população



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