Hassan Gulam detido no seu regresso à Maputo

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Depois de uma longa estada nos Emirados Árabes Unidos, concretamente em Dubai, o empresario Hussen Gulam Mahomed, aterrou, na sexta – feira, 11 de Julho, no Aeroporto Internacional de Maputo. Contudo, foi prontamente recolhido aos calabouços pelas autoridades da lei e ordem.

A detenção do empresário, que para escapar da justiça moçambicana fugiu para Dubai, faz parte da operação Stop Branqueamento de Capitais”, liderado pelo Gabinete Central de Combate à Criminalidade Organizada e Transnacional.

No processo registado sob o número 3/GCCCOT/2022, em que para além de Hussen Gulam Mahomed foram constituídos em arguidos 39 cidadãos nacionais e estrangeiros e 15 (quinze) empresas, sendo que os mesmos são indiciados, entre outros, da prática dos crime de: Branqueamento de Capitais; Falsificação de Documentos; Fraude Fiscal; Abuso de Confiança Fiscal; Associação Criminosa e Uso de Documento Falso.

No despacho da acusação Gabinete Central de Combate à Criminalidade Organizada e Transnacional aponta que Mahomed criou empresas de fachadas para posteriormente realizar transferências para os paraísos fiscais alegando que pretendia importar bem que nunca chegaram a Moçambique.

Depois de ter sido detido pelos agentes da lei e ordem o«no Aeroporto Internacional de Maputo, Mahomed, irmão mais novo de Narolamin Gulam tambem arguido na operação “Stop Branqueamento de Capitais”, será apresentado ao Juiz de instrução para efeitos da legalização da sua prisão preventiva.

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