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O Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou esta terça-feira, em Maputo, que o Dia dos Heróis Moçambicanos deve servir de fonte de inspiração para o reforço da unidade nacional, da paz e da solidariedade, num momento em que o país enfrenta desafios ligados às cheias e inundações, ao terrorismo e às mudanças climáticas.
O Chefe do Estado falava na cerimónia central do 3 de Fevereiro, realizada no Monumento aos Heróis Moçambicanos, na Cidade de Maputo, iniciada com a deposição de uma coroa de flores.
No início da sua intervenção, o estadista moçambicano destacou que o Dia dos Heróis Moçambicanos constitui uma homenagem aos melhores filhos da pátria que se sacrificaram na luta pela independência nacional e pela liberdade do povo moçambicano.
Prosseguiu enfatizando que as celebrações decorrem num contexto adverso, marcado por cheias e inundações que afectaram principalmente as regiões Sul e Centro do país.
“O 3 de Fevereiro deste ano é celebrado num contexto bastante adverso, em que milhares de famílias moçambicanas ainda choram a morte de seus entes queridos e a destruição de infra-estruturas públicas e privadas como consequência das cheias de grandes proporções”, afirmou.
Chapo evocou ainda a figura de Eduardo Chivambo Mondlane, fundador da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e arquitecto da unidade nacional, lembrando que a cerimónia decorreu no local onde jazem alguns heróis nacionais.
“Estamos aqui hoje, neste Panteão, onde jazem alguns dos nossos heróis, para exaltar o sacrifício consentido pelos heróis da nossa pátria, em memória do Doutor Eduardo Chivambo Mondlane”, afirmou, recordando igualmente outros líderes assassinados durante a luta de libertação nacional.
Por fim, o Presidente da República reiterou o compromisso do Governo com a reconstrução das infra-estruturas destruídas pelas cheias e com a resposta aos desastres naturais, apelando ao cumprimento das recomendações das autoridades.



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