Com o objectivo de prolongar o tempo de vida útil da Hidroeléctrica de Cahora Bassa por pelo menos mais 25 anos, o executivo moçambicano recorreu a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) para contrair uma dívida sob forma de um memorando de cerca de 122 milhões de Euros.
A reabilitação desta infraestrutura inclui a remodelação da central e da subestação eléctrica, o que vai aumentar a confiança operacional reduzindo as interrupções forçadas e, consequentemente os custos de manutenção de toda estrutura.
O empréstimo concedido à HCB pela Agência Francesa de Desenvolvimento (122 milhões de Euros) vem se juntar a mais 22 milhões de Euros concedidos pela União Europeia (UE), ou seja, estão até o momento arrecadados 144 milhões de Euros para a reabilitação da hidroeléctrica que actualmente produz cerca de 2075 Megawats de energia eléctrica.
Após a reabilitação resultante destes financiamentos (da AFD e EU), a HCB pretende alavancar a sua imagem como fornecedor de energia limpa na região austral de África podendo contribuir massivamente para o incremento da economia nacional.
Importa referenciar que os financiamentos citados estão ligados à iniciativa “Equipa Europa Pacto Verde para Moçambique”, lançada oficialmente a 6 de Dezembro corrente em Maputo, e igualmente da Estratégia Global Gateway da União Europeia.

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