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Waty diz que moçambicanos ficarão orgulhosos se Juízes Conselheiros do CC julgarem conforme a lei e consciência

O membro do Comitê Central da Frelimo, Teodoro Waty, analisando o actual cenário político e social do país, observa que os moçambicanos ficarão orgulhosos se Juízes Conselheiros do CC julgarem conforme a lei e consciência os processos que podem mudar os resultados das VI Eleições Autárquicas.

Muitas foram as figuras proeminentes do partido no poder que mostraram o seu desagrado pela forma como foi conduzido o processo eleitoral que teve lugar no dia 11 de Outubro e criticaram com veemência a actuação dos órgãos da administração eleitoral.

Por seu turno, Teodoro Waty, membro do Comitê Central da Frelimo e antigo deputado da Assembleia da República, refere que a Comissão Nacional de Eleições está partidarizada até a medula e que tem um DNA de parcialidade.

“A reconciliação deve trabalho quotidiano. Ao aprovar uma Lei Eleitoral como esta já foi um teste à reconciliação. Depois das primeiras Eleições Gerais multipartidárias, em minha opinião dever-se-ia ter inventado inteligência e serenidade suficientes para produzir uma Lei Eleitoral apartidária. Esta está partidarizada até à medula e, por cada vez que, em cada legislatura, se dá uma pincelada, fica pior, aparecendo menos instrumento da paz, reconciliação nacional e de harmonia. A CNE tem um DNA de parcialidade”, disse Waty na entrevista que concedeu ao Canal de Moçambique.

Numa altura em que os moçambicanos depositam todas as fichas no Conselho Constitucional para corrigir as irregularidades registadas no dia da votação, Teodoro Waty não tem dúvidas de que os moçambicanos ficarão orgulhosos se Juízes Conselheiros do CC julgarem conforme a lei e consciência os processos que podem mudar os resultados das VI Eleições Autárquicas

“Claro! Não posso ter fé por acreditar que não cabe ao Conselho Constitucional assumir a pacificação do país. Já disse, e se quiser repito: os moçambicanos ficarão orgulhosos dos seus compatriotas juízes-conselheiros, se julgarem conforme a lei e pela sua consciência, que nunca será antipatriota. Mas não ponhamos nos ombros deles pesos para que não foram treinados”.

Ainda na entrevista que concedeu ao Canal de Moçambique, o membro do Comitê Central da Frelimo, refere que, apesar do silêncio ensurdecedor, visto que “o silêncio é de ouro, quando a palavra é de prata”.

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