Nos corredores, depois do sul e norte terem colocado seus inquilinos na Ponta Vermelha, aventa-se que chegou a vez do Centro. No entanto, a porta – voz da Frelimo, Ludmila Maguni, vincou, mais uma vez, que o candidato não será escolhido na base do regionalismo, mas sim por aquilo que pode trazer na governação do país.
A sucessão de Filipe Nyusi tem sido o prato forte da III Sessão Ordinária do Comitê Central da Frelimo. O secretario – geral da ACLLN, Fernando Faustino, apontou que o candidato do partido no poder deve ser um indivíduo com passado limpo.
Questionada se depois de Sul e Norte nas próximas eleições gerais a Frelimo vai apostar num candidato da região Centro, Ludmila Maguni referiu que o partido não vai olhar para a origem do candidato, mas sim o que o mesmo pode trazer para a governação do país.
“A questão não é de onde vem o candidato, mas é que o candidato por trazer para questão da governação do país”, declarou a porta – voz da Frelimo.
Por outro lado, Ludmila Maguni revelou que o Comitê Central ainda não recebeu nenhuma candidatura, tendo ainda referido que não há clareza sobre os procedimentos da pré – candidatura.
“Não recebemos formalmente nenhuma manifestação de alguém a dizer que quer ser pré – candidato. Não existe nenhum procedimento claro sobre a questão da pré – candidatura, temos estado a discutir também essas questões ao nível da sessão, mas que o Comitê Central é um órgão bastante idôneo pode tomar uma melhor decisão sobre quem deverá representar o partido no processo”.

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