Na última semana, uma aeronave das Linhas Aéreas de Moçambique teve de regressar ao Aeroporto Internacional de Maputo após um embate com um grupo de pássaros ter provocado danos num dos reactores. O problema com os passarinhos fez com que a companhia de bandeira reprogramasse todos os voos no sábado, 22 de Março. Em menos de seis meses, esta é a segunda vez que passarinhos des programam os voos e colocam em apuros centenas de passageiros.
Mudou o Conselho de Administração, mas os problemas continuam a assolar as Linhas Aéreas de Moçambique. Enquanto aguarda pela chegada das aeronaves prometidas pelo Executivo, a companhia de bandeira continua a operar com o grosso de aviões alugados e uma frota bastante reduzida. Para além dos velhos problemas, parece que os passarinhos continuam a “cortar as asas” da companheira de bandeira.
Recentemente, uma aeronave da LAM teve de regressar ao aeroporto de Maputo após um embate com um grupo de pássaros que provocou danos num dos reactores, obrigando à reprogramação dos voos.
“O embate causou danos a um dos reactores da aero nave, o que forçou o regresso da mesma ao Aeroporto Internacional de Maputo, base operacional da companhia, onde aterrou em segurança, sem precisar de assistência, nem para os passageiros e a tripulação”, explicou a LAM, em comunicado de imprensa.
A empresa disse, ainda, que o incidente envolveu a aero nave que fazia o voo Maputo/ Nampula/Maputo, pouco de pois da partida do aeroporto da capital.
Esta é a segunda vez que passarinhos desprogramaram os voos da LAM, colocando em apuros centenas de passageiros. O primeiro incidente teve lugar em Setembro do ano passado, quando uma aeronave foi obrigada a interromper o voo e regressar à pista após embater com pássaros quando seguia viagem para Maputo vindo de Lichinga, na província do Niassa, com escala em Nacala.
Estranhamente, de todas as companhias aéreas que operam no mercado moçambicano, apenas a companhia de bandeira tem tido incidentes recorrentes com os passarinhos.

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