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O Presidente da República, Daniel Chapo, insurgiu-se contra normalização da imoralidade sobretudo no seio da juventude. Para mudar o actual cenário, Chapo defendeu que se deve investir na formação moral, ética e cívica das crianças.
Foi à margem do encontro com os líderes religiosos que o Chefe de Estado mostrou sua preocupação com o consumo de drogas e álcool no seio da juventude moçambicana.
“Se cada um de nós não tivesse aprendido na madrassa, na catequese ou na escola bíblica a distinguir o bem do mal, talvez hoje não teríamos chefes, nem líderes, nem pastores, nem professores com valores”, afirmou o Daniel Chapo
Para mudar a actual situação, o Presidente da República referiu que se deve investir na formação moral, ética e cívica das crianças desde a tenra idade, como forma de prevenir comportamentos desviantes na juventude e promover uma sociedade íntegra e responsável.
Por outro lado, Chapo sugeriu que Moçambique deve aprender com países que já adoptaram legislação restritiva sobre o uso de telefones móveis nas escolas com vista a proteger a infância da exposição precoce a conteúdos inadequados.



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