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A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) anunciou esta quarta-feira, em Maputo, o reforço das medidas de prevenção e combate ao assédio sexual, no âmbito do 2º workshop sobre o tema.
Segundo a directora do Centro de Coordenação dos Assuntos de Género (CECAS), Gracinda Mataveia, só este ano foram registados seis casos, enquanto entre 2022 e 2023 houve 13, resultando em expulsões e afastamentos de docentes. A maioria das vítimas são estudantes do primeiro ano, o que exige maior atenção à sensibilização e protecção.
O director do Gabinete de Planificação, Qualidade e Estudos Institucionais, Hermínio Muyambo, enquadrou a iniciativa no Programa de Reforma Institucional da UEM, sublinhando que a redução de casos de assédio deve passar a ser um indicador de desempenho. A instituição garante que todos os processos seguem os mecanismos legais e disciplinares, reafirmando o compromisso de assegurar um ambiente académico seguro e inclusivo.



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