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O Presidente da República, Daniel Chapo, celebrou o seu aniversário, nesta Terça-feira, junto das crianças do Infantário Provincial de Inhambane, reafirmando a centralidade da infância nas políticas de desenvolvimento e na construção de uma sociedade mais solidária e inclusiva.
Durante a confraternização, o Chefe do Estado explicou que tem sido uma prática pessoal, ao longo dos anos, assinalar o dia do seu aniversário visitando infantários e partilhando momentos de afecto com crianças carenciadas e vivendo com deficiência. Segundo afirmou, datas como esta são uma oportunidade para reforçar a sensibilidade colectiva em torno da protecção da criança e da responsabilidade das famílias e da sociedade no seu todo.
Na ocasião, o Presidente da República recordou que o Infantário Provincial de Inhambane foi severamente afectado por um incêndio no período em que exercia funções de Governador da província. O Destacou que, graças ao apoio de amigos e de parceiros solidários, foi possível reabilitar as infra-estruturas e devolver dignidade ao espaço, criando condições adequadas para o acolhimento de mais de vinte crianças que vivem naquele centro.
“O incêndio destruiu muito mais do que paredes; afectou sonhos e fragilizou ainda mais crianças já vulneráveis. Felizmente, com o contributo de parceiros e pessoas de boa vontade, conseguimos reerguer este infantário e garantir condições condignas para as crianças que aqui vivem”, sublinhou o Chefe do Estado.
No seu contacto directo com as crianças, educadores e responsáveis do centro, o Presidente da República deixou um apelo veemente aos pais e encarregados de educação para que não abandonem as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais ou económicas. Enfatizou que nenhuma criança deve ser privada do convívio familiar, do amor e do carinho de que necessita para crescer de forma saudável.
“Quero aproveitar esta ocasião para apelar aos pais e às famílias para que não abandonem as crianças. Uma criança precisa, acima de tudo, de amor, cuidado, atenção e carinho. Mesmo quando existem dificuldades ou limitações, o lugar da criança é junto da família, a ser protegida e amada”, afirmou.



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