Chapo avisa aos “desestabilizadores” do país que a FRELIMO “não tem fim”

DESTAQUE POLÍTICA
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O Presidente da República e da FRELIMO, Daniel Chapo, afirmou esta quinta-feira (09), na cidade da Matola, que o partido está firme perante alegadas tentativas de desestabilização, sublinhando que “a FRELIMO não acaba, não tem fim”.

Chapo falava na abertura da V Sessão Ordinária do Comité Central, o órgão máximo do partido entre congressos, que decorre durante quatro dias e termina no domingo. O encontro que decorre até exacto momento visa analisar o funcionamento interno da formação política, bem como a actual situação política, económica e social do país.

No seu discurso, o líder da FRELIMO acusou a existência de “antipatriotas” e “agentes do neocolonialismo” que, segundo disse, procuram desestabilizar o país para assumir o controlo das suas riquezas.

“A cada dia, os incidentes dos antipatriotas são revelados, a sua agenda oculta de desestabilização é desmascarada e são isolados os agentes do neocolonialismo que, a todo o custo, pretendem assaltar o poder para tomar o controlo das riquezas do nosso país e voltarem a oprimir o Povo Moçambicano. Mas nós estamos atentos à estas manobras”, declarou.

Chapo assegurou, no entanto, que o partido está atento às movimentações que considera ameaças à estabilidade nacional. Acrescentou que organizações sociais ligadas à FRELIMO, como a ACLLN, a OMM e a OJM, têm desempenhado um papel importante na mobilização dos cidadãos contra tentativas de provocar “convulsões sociais e desordem”.

“Graças ao empenho da ACLLN, da OMM e da OJM os moçambicanos têm vindo a frustrar as tentativas daqueles que, de dentro e de fora, agitam a população com o intuito de provocar convulsões sociais e desordem como instrumentos para forçar mudanças, à margem dos princípios democráticos plasmados na Constituição da República”, acrescentou.

Segundo o dirigente, essas acções visariam forçar mudanças à margem dos princípios democráticos consagrados na Constituição da República. Ainda assim, defendeu que os moçambicanos, tanto no país como na diáspora, estão a compreender “a natureza e as novas formas de actuação” dos que classificou como inimigos do partido e do povo.

“O povo moçambicano tem experiência das manobras que o inimigo engendra para perpetuar a pobreza e o sofrimento. Por isso, neste período, voltou a manifestar maior confiança na FRELIMO”, afirmou.

Chapo concluiu reforçando a ideia de continuidade de que ainda conta com o apoio do povo moçambicano que lhe confiou graças a sua intervenção na forma de governação.

“Cresce o apoio e esperança na FRELIMO, como o único Partido, confirmando o princípio de que FRELIMO “AINA MWIXO”, ou seja, a FRELIMO não tem fim, a FRELIMO não acaba, porque a FRELIMO é o próprio Povo Moçambicano”.

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