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O projecto Mozambique LNG, liderado pela TotalEnergies, prevê a contratação de cerca de 17 mil trabalhadores durante a fase de construção, com clara prioridade para mão-de-obra moçambicana, em especial para os residentes da província de Cabo Delgado.
Segundo o Chefe do Estado, a política de emprego do projecto visa garantir uma participação efectiva dos moçambicanos, contribuindo para a geração de postos de trabalho e para a dinamização da economia local numa das províncias mais afectadas pelos impactos do terrorismo.
“Durante a fase de construção, prevê-se a contratação de cerca de 17 mil trabalhadores, com clara prioridade de mão-de-obra moçambicana, em particular para os residentes da província de Cabo Delgado”, afirmou Daniel Chapo.
Para além da criação de empregos, o Presidente destacou o forte investimento no reforço do conteúdo local. De acordo com as estimativas apresentadas, cerca de 2,5 mil milhões de dólares norte-americanos deverão ser alocados à aquisição de bens e serviços junto de empresas moçambicanas.
“Estima-se a alocação de cerca de 2,5 mil milhões de dólares norte-americanos para a aquisição de bens e serviços em empresas moçambicanas, reforçando o conteúdo local”, acrescentou.
O Governo considera que a aposta na mão-de-obra nacional e no empresariado local será determinante para “maximizar os benefícios económicos do Mozambique LNG, promovendo o desenvolvimento sustentável e inclusivo”, sobretudo nas comunidades directamente impactadas pelo projecto.



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