AMUS presta apoio humanitário à vítimas das cheias em Marracuene

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A Associação das Mulheres Unidas na Solidariedade (AMUS) realizou uma acção humanitária no Centro de Acolhimento do Bairro 29 – Igreja Velha Apostólica, no distrito de Marracuene, em apoio às vítimas das cheias que afectaram a região sul do País. No local encontram-se acolhidas 206 pessoas, organizadas em 47 famílias, que perderam bens e meios de subsistência em consequência da calamidade.

A iniciativa que contou com a presença do Presidente do Município de Marracuene, Shafi Sidat, teve como principal objectivo reforçar a assistência social e preservar a dignidade das famílias em situação de vulnerabilidade. Durante a visita, a AMUS procedeu à distribuição de produtos alimentares e ofereceu uma refeição quente às famílias acolhidas, num gesto de solidariedade e proximidade humana.

Segundo a presidente da AMUS, Josefa Massinga, a organização mantém um compromisso permanente com o apoio às populações afectadas por desastres naturais. “A nossa missão é estar ao lado das pessoas vítimas de calamidades e em situação de maior fragilidade. Não podemos permanecer indiferentes perante estas realidades”, afirmou Massinha.

Para além dos alimentos, foram entregues utensílios domésticos, incluindo pratos e detergente, de forma a responder a necessidades básicas do quotidiano. Um dos momentos mais simbólicos da acção foi a oferta de um enxoval a um recém-nascido, filho de uma mãe que perdeu todos os seus bens durante as cheias. O gesto representou uma mensagem de acolhimento, esperança e renovação da vida em meio às adversidades.

Na ocasião, o edil de Marracuene agradeceu o apoio prestado pela AMUS e garantiu que os donativos serão utilizados de forma criteriosa. “Iniciativas desta natureza têm um impacto directo na vida das famílias. Encorajamos a continuidade destas acções solidárias”, declarou Sidat.

A intervenção da AMUS reforça a importância da articulação entre organizações da sociedade civil e autoridades locais na resposta a situações de emergência humanitária, contribuindo para a mitigação dos impactos sociais das cheias e para a promoção da dignidade das populações afectadas.

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