Chissano diz que só vai falar sobre VI Eleições depois do anúncio do CC

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Os resultados das VI Eleições criaram uma onda de revolta, não só na sociedade, mas no seio da Frelimo devido as irregularidades detectadas um pouco por todo país que, diga-se, foram imprescindíveis para a vitória retumbante e esmagadora do partido liderado por Filipe Nyusi. Convidado a analisar o processo em que o STAE diz que a Frelimo venceu em 64 das 65 autarquias, o antigo Presidente da República, Alberto Chissano, disse que só vai se pronunciar depois do anúncio dos resultados pelo Conselho Constitucional (CC).

À margem das celebrações do 20º aniversário do Conselho Constitucional, órgão que tem competência de validar os resultados anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), o antigo Chefe de Estado, Alberto Chissano, preferiu ser parco nas palavras quando foi convidado a tecer comentários sobre as VI Eleições Autárquicas.

Aliás, Chissano disse que vai abraçar o silêncio para não se precipitar, tendo referido que “vou começar a pensar nele depois de ouvir os resultados do Conselho Constitucional (…) Tenham paciência”.

Alguns membros proeminentes da Frelimo, com destaque Teodato Hunguana, Samora Machel Júnior, Tomaz Salomão e Graça Machel, vieram ao público tecer duras críticas pela forma que foram conduzidas as eleições que tiveram lugar no dia 11 de Outubro, mas Chissano não quis colocar mais lenha na fogueira, ou seja, opta por tratar assuntos do partido em fórum próprio

“Eu costumo discutir assuntos da Frelimo em sede própria, porque aqui estou a falar para a América, para a Austrália… eu quero falar com os moçambicanos e, sobretudo, com os membros da Frelimo, portanto não é aqui não tenho nada para discutir agora, principalmente aqui”, rematou antigo Chefe de Estado

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