A União Europeia encontra-se no pais para observar as Eleicoes Gerais, Legislativas e das Assembleias Provinciais a convite do Executivo moçambicano, tendo para o efeito enviado cerca de 150 observadores. No entender do analista Alexandre Chiúre, os observadores enviados UE não chegam para escrutinar o processo eleitoral em curso.
Para as Eleições Gerais, Legislativas e das Assembleias Provinciais, a Comissão Nacional instalou cerca de oito mil postos de votação e mais de 25 mil mesas da assembleia da voto.
Olhando para este números e, sobretudo, para a extensão do país do Zumbo ao Indico e do Rovuma ao Maputo, Alexandre Chiúre, que falava durante a análise do arranque do processo eleitoral na TV Sucesso, criticou o numero dos observadores enviados pela União Europeia.
De acordo com Chiure, os o observadores enviados enviados pela UE são poucos para observar o processo eleitoral o que, de certa forma, pode parecer que vieram aqui para passear.
Para sustentar a sua tese, o analista deu exemplo das eleições na República Democrática de Congo, onde a Igreja Católica enviou cerca de 20 mil observadores dada a grandeza daquele país em termos territoriais.

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