África do Sul repatria 418 cidadãos moçambicanos por situação migratória ilegal

DESTAQUE SOCIEDADE
Share this

As autoridades da África do Sul procederam, esta sexta-feira, ao repatriamento de 418 cidadãos moçambicanos que se encontravam em situação ilegal no país vizinho. O grupo, composto por homens e mulheres de diversas províncias de Moçambique, chegou ao posto fronteiriço de Ressano Garcia em sete autocarros.

De acordo com a porta-voz do Comando Conjunto, Carmem Mazenga, as causas da deportação prendem-se com a falta de documentação e a inobservância dos prazos legais de permanência em território sul-africano. Alguns dos cidadãos repatriados chegaram a cumprir penas de prisão de cerca de seis meses antes de serem devolvidos ao país.

“Neste momento, para fazer esta triagem estão também algumas forças, está o SENAMI, está a Polícia se Fronteiras, está a SERNIC, a PRM também de modo a seguir com este processo de triagem também estamos a sensibilizar os próprios concidadãos a retornarem para os seus locais de origem”, aclarou Mazenga.

À chegada, os cidadãos foram submetidos a um processo de triagem que envolveu o Serviço Nacional de Migração (SENAMI), a Polícia de Fronteira, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) e a PRM. Carmem Mazenga sublinhou que as autoridades estão a sensibilizar estes cidadãos para regressarem às suas zonas de origem e regularizarem a sua situação migratória, evitando práticas que infrinjam as normas de entrada e permanência em outros territórios.

O repatriamento coincide com o início do movimento de retorno de milhares de mineiros e turistas após as festividades de Natal e Fim de Ano. Para gerir o fluxo migratório, a porta-voz anunciou a reativação do centro de processamento do Quilómetro 4 (Km4), do lado moçambicano, visando descongestionar a fronteira de Ressano Garcia e acelerar o atendimento por parte das Alfândegas, Saúde e Migração.

Promo������o
Share this

Facebook Comments