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Morreu hoje, em Maputo, o jornalista Felisberto Raimundo Firmino, quadro sénior da Agência de Informação de Moçambique (AIM). O jornalista, que lutava contra uma doença prolongada, deixa um legado de mais de quatro décadas de serviço inteiramente dedicados à comunicação social moçambicana.
Nascido em Janeiro de 1961, na cidade de Chimoio, província de Manica, Firmino iniciou o seu percurso na AIM em Agosto de 1984. Conhecido entre os seus pares pela sigla “FF”, destacou-se pelo rigor técnico e profissionalismo, sendo uma peça fundamental na consolidação da agência como uma referência mediática no país e na região.
Além da redacção, Felisberto Firmino teve um papel crucial na academia, onde partilhou o seu vasto conhecimento como docente na Escola de Jornalismo e na Escola Superior de Jornalismo, em Maputo. Através do ensino, contribuiu directamente para a formação de sucessivas gerações de jornalistas que hoje integram as principais redacções de Moçambique.
Felisberto Firmino era também autor, tendo publicado a obra “Dívidas Ocultas na Voz dos Protagonistas”, um contributo documental sobre um dos episódios mais complexos da história económica recente do país. O malogrado deixa viúva e filhos.



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