Cornelder garante normalidade no Porto da Beira após processo judicial na Holanda

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A Cornelder de Moçambique, concessionária dos Terminais de Contentores e de Carga Geral no Porto da Beira, emitiu um esclarecimento público esta quarta-feira, 28 de Janeiro de 2026, relativamente a uma medida cautelar adoptada pelas autoridades judiciais dos Países Baixos. A reacção surge após a publicação de notícias por órgãos de comunicação social holandeses sobre uma investigação em curso naquele país europeu que envolve a Cornelder Holanda.

Segundo a empresa, a medida em causa trata-se de um arresto preventivo de natureza cautelar, aplicado numa fase inicial do processo. A concessionária sublinha que esta diligência não configura qualquer condenação, decisão definitiva ou juízo de culpa sobre a instituição, os seus administradores ou as suas operações. A Cornelder Holanda já foi formalmente informada da investigação e assegura estar a acompanhar o caso com serenidade, cooperando activamente com as instâncias judiciais holandesas.

Apesar da tramitação jurídica na Europa, a Cornelder de Moçambique garante que as operações portuárias no Porto da Beira decorrem com absoluta normalidade. A empresa assegura que não existe qualquer alteração à concessão, à gestão portuária ou aos programas de investimento aprovados. Os compromissos assumidos com os accionistas e com o Estado moçambicano permanecem inalterados, mantendo a empresa a sua estabilidade financeira e autonomia operacional.

Desde 1998, a Cornelder de Moçambique actua como parceira estratégica do Estado, contribuindo para o desenvolvimento do Corredor da Beira através de investimentos estruturantes e criação de emprego. A empresa reafirmou o seu compromisso com os padrões de legalidade e transparência, comprometendo-se a prestar esclarecimentos adicionais se a evolução do processo assim o exigir, sempre através dos canais institucionais adequados.

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