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O Governo desmente suposta negação de apoio financeiro por parte do Fundo Monetário Internacional (FMI). Impissa Impissa, esclareceu que a relação entre o Executivo e a instituição financeira internacional permanece sólida e baseada num diálogo construtivo, focado na estabilidade macroeconômica do país. O governante sublinhou que os relatórios de supervisão e as consultas anuais são procedimentos padrão que visam o aprimoramento das políticas fiscais e não devem ser interpretados como barreiras ao crédito.
Para o Executivo, as recentes análises do FMI, que sugerem uma consolidação fiscal e maior rigor na gestão da massa salarial, são vistas como recomendações de boas práticas de gestão e não como impedimentos. Impissa reforçou que existe uma abertura total para a continuidade dos programas de facilidade de crédito alargado, que podem inclusive contemplar o financiamento directo ao Orçamento do Estado.
“Não há nenhuma indicação de recusa expressa de qualquer solicitação de financiamento por parte do FMI em relação ao nosso país, pelo contrário, há sim uma abertura desta instituição em iniciar discussões com o país baseadas nos pressupostos recomendados,” garantiu.
A estratégia governamental agora foca-se em alinhar as metas de crescimento, projectadas em cerca de 3,2% para 2026, com as exigências de sustentabilidade da dívida pública. Inocêncio Impissa destacou que indicadores como a redução da inflação para 3,2% e o nível adequado de reservas internacionai, que cobrem mais de seis meses de importações, são provas de que o país está no caminho certo.
O Governo mantém-se optimista quanto à retoma dos projectos de Gás Natural Liquefeito (GNL) e à operacionalização do Fundo Soberano de Moçambique como motores fundamentais para fortalecer a balança externa e a confiança dos parceiros financeiros globais.



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