Rogério Sitoe adverte que jornalismo deve servir necessidades reais do povo e não intrigas políticas de Maputo

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O Presidente do Conselho Superior de Comunicação Social, Rogério Sitoe, advertiu, nesta sexta – feira, 15 de Maio, que o jornalismo deve servir as necessidades reais do povo, ou seja, saúde, educação, transportes, direitos ao inves de intrigas politicas de Maputo.

Para Rogério Sitoe, que que intervia no painel subordinado ao tema: A quem interessa fragilizar o jornalismo o Governo não é único que está interessado em fragilizar o jornalismo, na Conferência sobre Sustentabilidade dos Media, evento organizado pelo Jornal Evidências e IMD, o Governo não é único que está interessado em fragilizar o jornalismo.

Conforme explicou, existem outros actores, nomeadamente, poder econômico (grandes empresas) e grupos do crime organizado numa altura em que Moçambique enfrenta desafios com o tráfico de drogas e recursos naturais.

O Presidente do Conselho Superior de Comunicação Social revelou que os que pretendem fragilizar o jornalismo apostam na asfixia financeira (corte de [publicidade estatal e privada), Precarização do Jornalista e fuga de cérebros, visto que, nos últimos anos, os melhores jornalistas abandonaram as redações para trabalhar em assessoria de imprensa de empresas ou ONGs, enfraquecendo a qualidade da investigação jornalística no país.

No quadro das medidas para fintar a fragilização do jornalismo, Rogério Sitoe destacou o Rigor Ético e Fact-Checking, Independência Financeira Estruturada e Fortalecimento da Identidade Coletiva.

Sitoe defende, por outro lado, o investimento em capital humano, ou seja, tratar o jornalismo como uma profissão de alta especialização, advertindo que o jornalismo deve servir as necessidades reais das pessoas (saúde, educação, transportes, direitos) e não apenas as intrigas políticas de Maputo.

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