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O porta-voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Leonel Muchina, trouxe novos esclarecimentos que renovam as expectativas dos candidatos que não conseguiram o ingresso imediato na corporação. A informação surge num momento de incerteza para muitos jovens que aspiravam integrar as fileiras da polícia.
Durante uma conferência de imprensa realizada na sexta-feira, em Maputo, Muchina explicou que a situação dos candidatos não admitidos por falta de vagas não é definitiva. Segundo o porta-voz, o concurso público em causa mantém-se válido por um período considerável, permitindo o aproveitamento posterior dos concorrentes.
“Relativamente aos candidatos não admitidos por insuficiência de vagas, informa-se que o concurso em referência possui validade de três anos, durante o qual estes são considerados suplentes nos termos da legislação e regulamentos aplicáveis, por isso serão admitidos no período ora mencionado”, declarou Leonel Muchina.
A intervenção do Comando-Geral serviu igualmente para responder à onda de contestação que se gerou em torno do processo de selecção, marcado por queixas de reprovações injustas e dúvidas sobre a transparência de algumas admissões para o curso que inicia este ano.
Sobre as suspeitas de irregularidades, nomeadamente candidatos que apareceram na lista de admitidos após terem sido dados como reprovados em etapas anteriores, o porta-voz justificou que tal deve-se aos procedimentos legais de revisão.
“informa-se que tais situações resultam do exercício legítimo, designadamente, reclamações e recursos administrativos apresentados pelos candidatos que identificaram inconformidades na apreciação das suas situações,” afirmou Muchina.



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