Chapo não desarma no apelo ao abandono do discurso de ódio e pede coesão entre moçambicanos

DESTAQUE POLÍTICA
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O Presidente da República, Daniel Chapo, condenou, mais uma vez, o discurso de ódio entre moçambicanos que, ao ser ver, e fomentando por alguns políticos, tendo, por isso, apelado à reconciliação, o respeito pela liberdade de opção política, pensamento entre outros.

Durante o comício popular em Moatize, no âmbito da sua visita à província de Tete, o Chefe de Estado apelou à reconciliação entre irmãos, advertindo que o discurso de ódio e violência só destroem ao inves de construir.

 “Nós viemos aqui em Moatize para dizer ao povo que temos que estar atentos, porque o ódio, a violência não constroem, só destroem. Nós, como Moçambique, para podermos desenvolver a nossa base tem que ser a paz, a segurança, o amor entre irmãos, a reconciliação porque só assim, unidos como um povo do Rovuma ao Maputo é que podemos desenvolver Moçambique, onde há livre circulação de pessoas e bens”, disse Daniel Chapo

Recentemente, o assessor de Venancio Mondlane, Joel Amaral, sobejamente conhecido por MC Trufafa, foi alvo de tentativa de assassinato. Sem mencionar o recente episódio, Chapo defendeu que pensar diferente nao pode ser sinônimo de violência porque “até faz bem pensar diferente pois é a diversidade de ideias que ajuda a desenvolver o país”.

“O facto de pensar diferente não nos pode levar a violência. A violência gera violência, o ódio gera o ódio, por isso, se nós queremos que na nossa casa reine uma paz, o amor,  harmonia, reconciliação temos que saber perdoar o próximo”.

Sem mencionar nomes, o Chefe do Estado, criticou, por outro lado, os políticos que cantaram vitória antes da contagem de votos, o que, de certa forma, culminou com a onda de manifestações.

 “Nas eleições é mesma coisa temos o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e Conselho Constitucional (CC), que contam os votos para depois dizerem quem ganhou o jogo, por isso, não pode aparecer alguém antes de se contar os votos a dizer que ganhou (…) foi o que nós assistimos, tivemos eleições do dia 9 de Outubro, antes de começar a se contar os votos, na madrugada do dia 10 de Outubro, apareceu alguém a dizer que já ganhou, e convocou manifestações violentas antes da divulgação dos resultados “, rematou.

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