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O Administrador Financeiro (CFO) do Moza Banco, Devan Manmoandas, defendeu a necessidade de incluir métricas ambientais, sociais e de governação (ESG) nas análises e decisões do sector financeiro. A posição foi expressa em Joanesburgo, África do Sul, durante a oitava edição do CFO Fórum, uma conferência internacional que contou com a presença de mais de 300 líderes financeiros de vários países africanos e de outras regiões.
Manmoandas, que abordou os desafios enfrentados pelos CFOs na era digital, destacou a transformação do papel do administrador financeiro. Segundo ele, o CFO moderno deve ser um agente de transformação que utiliza dados como bússola para decisões estratégicas, indo além da simples gestão de resultados: “A função financeira do futuro é proactiva, ética e orientada para impactar”, afirmou.
Durante sua apresentação, o gestor do Moza Banco enfatizou que os dados são cruciais para a tomada de decisões responsáveis e para a construção de um legado duradouro.
“Sem dados, somos apenas mais uma opinião. Mas com dados bem governados, interpretados com inteligência e usados com responsabilidade, temos a base para decisões que constroem um legado”, disse Manmoandas.
Além da tecnologia, o CFO ressaltou a centralidade do capital humano, afirmando que as pessoas devem estar no centro de qualquer estratégia organizacional: “O investimento nas pessoas é mais importante que o investimento em qualquer máquina ou tecnologia”, declarou.



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