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O partido PODEMOS veio a público manisfetar repúdio pelo assassinato bárbaro de Anselmo Vicente, Delegado Político do Partido ANAMOLA em Chimoio, na província de Manica. A formação política classificou o acto como um crime macabro que choca a consciência nacional e fere a estabilidade moral e institucional de um Estado que se pretende democrático e de direito.
De acordo com Duclésio Chico, porta-voz do partido, a segurança dos cidadãos é uma obrigação inalienável do Estado, pelo que exige das autoridades competentes uma investigação séria, transparente e independente para que os autores materiais e morais sejam identificados e responsabilizados com celeridade.
Para além do repúdio à violência política, o partido aponta que o aumento desenfreado do custo de vida, aliado à perda do poder de compra e à precariedade dos serviços básicos, está a empurrar uma parte significativa da população para a pobreza extrema.
” O povo não pode continuar a suportar sozinho o peso da crise enquanto persistem desperdícios, privilégios excessivos e uma ausência de reformas estruturais que estimulem a produção nacional e o emprego,” disse o porta-voz.
No que toca à gestão das finanças públicas, o posicionamento do partido defende uma reforma fiscal urgente e profunda. O PODEMOS argumenta que o Estado deve reduzir a carga tributária sobre produtos de primeira necessidade e combustíveis, através de políticas fiscalmente equilibradas que possam aliviar o preço final pago pelos cidadãos.



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