Primeiro – Ministro defende mudanças mais estruturantes para fazer face as mudanças climáticas

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Em visita de trabalho a província de Nampula com objectivo de aferir o impacto da tempestade tropical ANA, o Primeiro – Ministro, Carlos Agostinho de Rosário, reconheceu que Moçambique não esta em condições de fazer face as mudanças climáticas sem o apoio dos parceiros de cooperação, tendo pedido aos mesmos a ajudarem o país na mobilização de recursos para minimizar o sofrimento dos que foram afectados pela depressão tropical.

De acordo com, Carlos Agostinho de Rosário, a tempestade tropical ANA é mais uma evidência dos impactos das mudanças climáticas.

A depressão tropical “ANA” deixou um rasto de destruição nas províncias de Tete, Nampula e Zambézia. Reconhecendo a vulnerabilidade de Moçambique na adaptação e resiliência as mudanças climáticas, o governante   declarou que é necessária a contribuição dos parceiros de Moçambique para mitigar os seus impactos.

“O volume do trabalho a fazer para prevenção e adaptação e resiliência é muito grande e nenhum país sozinho pode fazer. Nós somos um país que não contribui muito para as mudanças climáticas, mas somos um país que mais sofre com elas. Então, temos que mobilizar os nossos parceiros para compreenderem esta situação e junto deles obtermos os recursos necessários para podermos fazer as coisas de uma forma muito mais resiliente e estruturante”, disse o Primeiro – Ministro.

Por outro lado, Carlos Agostinho de Rosário declarou que Moçambique deve se preparar com vista a fazer mudanças mais estruturantes para fazer face as mudanças climáticas, uma vez que entre 2019 e 2021 o país foi fustigado por seis ciclones.

“Só de 2019 até ao ano passado, ocorreram cinco ou seis ciclones e essa frequência de ocorrência de ciclones e a intensidade com que eles aparecem nos leva a dizer que temos que nos preparar para fazermos as coisas de uma maneira muito mais estruturante”, afirmou.

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