O país simbólico e a relevância de trazê-lo de volta, através da Chama da Unidade Nacional*
São 08h17 quando a tocha atravessa o portão enferrujado da Escola Primária de Nangade-sede. O pátio, poeirento e irregular, está cheio de crianças. Uma menina, de trancinhas e sandálias gastas, ergue o braço e toca a base metálica do bastão. Sorri. “É a chama do país”, diz, tímida, como quem segura algo sagrado. A cena […]
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