Moçambique regista 11 óbitos devido às cheias

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O balanço oficial da época chuvosa e ciclónica 2025-2026 indica que 11 cidadãos perderam a vida desde o dia 22 de Dezembro em consequência de inundações. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, apesar do plano de contingência inicial de 13 mil milhões de meticais, existe actualmente um défice de 6,6 mil milhões de meticais para garantir a assistência humanitária aos deslocados.

O Governo sublinhou que a prioridade é a salvaguarda de vidas humanas, estando a monitorizar o surto de cólera e a transitabilidade nas estradas, embora o restabelecimento definitivo da N1 dependa da descida do nível das águas.

“A retoma da transitabilidade da N1 só vai acontecer depois de termos apaziguado as águas, ou seja, há vários troços galgados e a informação preliminar que temos é que podem ter havido fissuras em alguns pontos, dada a corrente da água, mas também o fato de as estradas mantiveram-se muito tempo sobre águas. Então, depois das águas acabarem ou avançarem, tem que se fazer uma análise, da estrutura das estradas e só ai definir-se qual é o esforço humano para se retomar, portanto, a transitabilidade da N1,” avançou o porta-voz do governo, Inocêncio Impissa,

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