Depois de Pó Jorge e quatro gestores da LAM, há mais: a lista é longa e pode abranger o caso FMA

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No início da semana, o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) confirmou a abertura de cinco processos-crime para investigar indícios de corrupção e eventuais actos de gestão danosa associados à compra e alienação de aeronaves. As diligências visam apurar responsabilidades no circuito decisório e financeiro que marcou os últimos anos da companhia.

É neste quadro que, na manhã desta quinta-feira, foi desencadeada uma operação que resultou na detenção de cinco gestores posicionados no topo da hierarquia das Linhas Aéreas de Moçambique.

Entre os detidos constam, segundo escreve o  João Carlos Pó Jorge, antigo responsável máximo da empresa; Eugénio Mulungo, afecto à Tesouraria; Hilário Tembe, ligado à área operacional; Armindo Savanguana, actualmente associado ao pelouro financeiro; e Anísio Machava, relacionado com a gestão logística de provisões de bordo.

Fontes próximas do processo admitem que a lista de visados poderá crescer, à medida que novas peças do quebra-cabeças forem sendo encaixadas. No centro das atenções está igualmente o dossiê relativo à contratação da consultora sul-africana Fly Modern Ark (FMA), chamada a conduzir a reestruturação da empresa, cuja legalidade e impactos financeiros continuam sob avaliação.

O referido contrato teve o apadrinhamento e testemunho de excelência do ex-ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, actual conselheiro do Presidente da República, Daniel Chapo para a área económica.

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