Transição Energética como Questão de Justiça: um roteiro estratégico para Moçambique num Mundo em transformação

Nilza Dacal Em Moçambique e de forma mais ampla em África, a transição energética continua a ser frequentemente apresentada de forma redutora: como uma escolha binária entre combustíveis fósseis e energias renováveis, entre crescimento económico imediato e sustentabilidade ambiental de longo prazo. Esta narrativa, amplamente difundida em fóruns internacionais, pode ser politicamente conveniente, mas revela-se […]

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As propostas da plataforma DECIDE

Alexandre Chiure A Plaforma DECIDE, uma organização da sociedade civil moçambicana, submeteu, há dias, à Comissão Técnica para a Implementação do Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), um conjunto de propostas, dentre as quais a extinção do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) e a reformulação da Comissão Nacional de Eleições (CNE). A organização, que vem reacender […]

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Perspectivas Macroeconómicas de Moçambique 2026-2034

Por: Elcídio Bachita* 1.Introdução O presente artigo,  debruça-se sobre as projecções do desempenho da economia nacional ao longo dos próximos  9 anos. Com o pensamento, pretende-se por um lado fazer uma abordagem holística e sectorial da estrutura económica de Moçambique no período entre 2026-2034. Por outro lado, o documento faz igualmente a avaliação da economia […]

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Sector Energético e Interesse Nacional: decidir com justiça, agir com responsabilidade

Nilza Dacal O sector energético constitui um dos pilares estruturantes do desenvolvimento económico, social e institucional de Moçambique. Mais do que uma dimensão técnica ou empresarial, a energia representa capacidade produtiva, soberania económica e transformação estrutural do país. Energia é infra-estrutura, competitividade industrial, acesso a serviços básicos e é, acima de tudo, dignidade para milhões […]

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Transformação geracional e os desafios da coerência discursiva na Frelimo

Arão Valoi  É curioso como, em pleno século XXI, um partido que acompanhou tantas mudanças históricas continua a tropeçar naquilo que deveria ser a arte mais simples da política: coerência discursiva e conexão com o povo. E, sejamos honestos, a coerência discursiva e ligação com as massas nunca foram exactamente uma marca registada da Frelimo. […]

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