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José Pacheco tomou posse, na quarta – feira, 18 de Junho, como o novo director – geral do Serviço de Informações e Segurança do Estado (SISE), tendo na ocasião desafiado pelo Presidente da Republica a identificar a origem do terrorismo, os mandantes e as ligações com vista a acabar com o fenômeno que assola a província de Cabo Delgado desde Outubro de 2017.
Segundo o Chefe de Estado, o novo director – geral do SISE deve trabalhar para o terrorismo ficar para historia.
“É preciso chegar ao âmago da questão, trabalhar para, de uma ou de outra forma, encontrar-se soluções. Chegar ao âmago da questão significa identificar, de forma clara e com provas concretas, os mandantes, os líderes, as fontes de financiamento, a origem do terrorismo, os seus objectivos, as motivações, os operativos, as suas ligações internas e externas e o seu modus operandi a vários níveis, para que as outras forças façam o seu trabalho com os detalhes necessários e as instâncias judiciais cumpram o seu papel, para que este fenómeno passe, um dia, para a história”, referiu Daniel Chapo.
A purificação das fileiras foi outro desafio imposto pelo Presidente da República ao novo homem forte da “secreta” moçambicana com vista a resgatar o prestígio do Serviço de Informações e Segurança do Estado.
“Estamos a transmitir a mensagem de que este é o momento certo para acabar com o sentimento de impunidade e desmantelar toda a teia de práticas nocivas, que prejudicam o desempenho da instituição. Queremos resgatar o prestígio do SISE, que volte a ser aquela casa que todos respeitam, temem, cuja robustez de segurança é inquestionável e integridade inegociável. A nossa Independência, a nossa integridade territorial, a nossa soberania não têm preço e não se negociam”, declarou Chapo.
Por sua vez, José Pacheco disse que está preparado para cumprir as ordens do Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança.



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