Millennium bim e Parque Nacional de Maputo reforçam resiliência comunitária com reabilitação de eistemas de água

SOCIEDADE
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O Millennium bim e o Parque Nacional de Maputo (PNAM) deram um passo decisivo na concretização da sua estratégia de responsabilidade social com o início da implementação prática de um vasto projecto de reabilitação de sistemas de abastecimento de água. Esta iniciativa, que visa mitigar os efeitos da escassez hídrica e reforçar a resiliência das populações que vivem nas zonas limítrofes desta área de conservação, foca-se em seis comunidades estratégicas: Massoane, Gala, Tchia, Mussongue, Phuza 1 e Phuza 2. A intervenção é vista como um marco na gestão partilhada de recursos naturais, onde o desenvolvimento das comunidades humanas é colocado em paralelo com a preservação da biodiversidade do parque.

O projecto não se limita a reparação de infra-estruturas degradadas, mas aposta na modernização tecnológica para garantir a longevidade do acesso ao recurso. A reabilitação inclui a instalação de sistemas baseados em energia solar, uma solução sustentável que reduz a dependência de combustíveis fósseis e diminui os custos operacionais para as comunidades. Além do consumo humano, a iniciativa contempla a recuperação de pontos de dessedentação para o gado, uma componente vital para a economia local, uma vez que a pecuária constitui uma das principais fontes de subsistência e rendimento para as famílias daquelas regiões. Até ao momento, os trabalhos já avançaram em quatro dos seis sistemas previstos, com várias frentes de obra já concluídas e prontas a servir a população.

A dimensão institucional desta parceria foi sublinhada pelos líderes de ambas as organizações, que destacam a passagem das promessas assinadas em 2025 para resultados visíveis no terreno. Sobre este progresso, Rui Pedro, Presidente da Comissão Executiva do Millennium bim, afirmou: “Estamos a transformar uma parceria em impacto real, com resultados que já se fazem sentir nas comunidades”.

Esta visão é partilhada pela gestão da reserva, que vê na satisfação das necessidades básicas das populações um aliado fundamental para a conservação ambiental. Miguel Gonçalves, Administrador do Parque Nacional de Maputo, reiterou esta ideia ao afirmar que “estas intervenções fazem a diferença no dia-a-dia das comunidades e reforçam a gestão sustentável do Parque”.

Para além da vertente técnica e infra-estrutural, o projecto dedica uma parte substancial dos seus recursos a capacitação local. Está prevista a criação e formação de Comités de Gestão de Água em cada uma das comunidades beneficiadas. Estes órgãos serão responsáveis pela monitoria, manutenção e gestão comunitária dos sistemas, assegurando que as populações tenham autonomia e capacidade para resolver problemas operacionais básicos. Esta abordagem de gestão participativa é essencial para evitar que as infra-estruturas caiam em abandono, garantindo que o investimento realizado pelo Millennium bim e pelo PNAM se traduza num benefício duradouro, elevando os padrões de higiene, saúde e produtividade económica na zona envolvente do Parque Nacional de Maputo.

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