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Programa “Eni por uma Cozinha Limpa” atingiu a marca de 01 milhão de pessoas abrangidas pelo programa, através da distribuição gratuita de 200.000 fogões melhorados nas províncias de Maputo, Manica e Sofala. A iniciativa da multinacional, reflete a estratégia de transição energética e de descarbonização da empresa em Moçambique, onde opera há duas décadas. Após consolidar a sua presença nos bairros da capital e no centro do país, a petrolífera italiana anunciou que os próximos passos incluem a expansão do projecto para a província de Nampula.
Os fogões melhorados distribuídos pelo programa são fabricados localmente no Instituto Superior Dom Bosco, gerando empregos diretos para mais de uma centena de jovens moçambicanos que recebem formação especializada em áreas como soldadura, produção e distribuição. Do ponto de vista comunitário, os equipamentos garantem uma redução de até 80% no consumo de carvão e madeira, gerando um alívio financeiro imediato no orçamento familiar.
A relevância do ecossistema moçambicano e o impacto socioeconômico directo da transição energética foram destacados pela Administradora Delegada da ENI, Marica Calabrese, que sublinhou o posicionamento estratégico do país.
“Moçambique está no centro da nossa estratégia, somos parceiros de Moçambique há 20 anos. Começamos com o gás, mas para nós não é só gás, é muito mais do que isso. Para nós, Moçambique é também transição energética. Temos projetos agrícolas, temos projetos de transição, de geração de créditos de carbono e temos este projecto de cozinha limpa. Porque é importante? Porque ajuda as comunidades, e as comunidades estão no centro da nossa estratégia, “ disse
Adicionalmente, o projeto traz ganhos significativos para a saúde pública ao mitigar a exposição de mulheres e crianças à fumaça tóxica libertada durante a confeção de alimentos, além de impulsionar a geração de créditos de carbono para a empresa.
Paralelamente às iniciativas de sustentabilidade e transição ecológica, a ENI mantém um desempenho robusto no setor extrativo nacional através do projeto de gás natural liquefeito Coral Sul FLNG, a primeira plataforma do mundo a operar em águas ultraprofundas.
Desde o início da sua actividade operacional em 2022, o empreendimento já viabilizou a exportação de mais de 150 carregamentos de gás a partir da bacia do Rovuma. A liderança da empresa destacou o sucesso da infraestrutura marítima e o forte alinhamento com as autoridades governamentais moçambicanas para expandir as metas sociais e económicas traçadas para o país.



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