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O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, exigiu, na segunda- feira (21), maior celeridade na construção do aterro sanitário de KaTembe, no bairro Incassane com vista ao encerramento da Lixeira de Hulene.
Para Rasaque Manhique, actualmente a Lixeira de Hulene representa uma séria ameaça à saúde dos moradores devido a presença de elementos químicos como chumbo, cobre, manganês e cobalto, entre outros.
“Sabemos em que situação se encontra a nossa lixeira de Hulene e o que se vive lá, por isso, tem dias contados. Nós abraçamos esta causa de trazermos o aterro sanitário de Hulene para KaTembe e, foi um acto de coragem, por isso, estamos aqui para encorajar os colegas, que estão dia e noite dedicados para que a construção do aterro sanitário de KaTembe, aconteça de facto”, disse o edil de Maputo durante a visita às obras do aterro sanitário de Incassane.
A edilidade de Maputo e o empreiteiro acordaram que as obras devem ser concluídas em 12 meses, contudo, Manhique defende que os os prazos estipulados administrativamente para execução dos trabalhos devem ser reduzidos.
“Por exemplo, se um concurso público levar um certo número de meses, sugerimos que este número de meses seja reduzido em função das burocracias que estamos a prever que existem. Temos de mostrar efectivamente que nós queremos o aterro, e isso tem de ser com força e determinação”, declarou.



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