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O Governo reitera que estão criadas as condições mínimas de segurança para a retoma e operacionalização do projecto Mozambique LNG e outros projectos, na província de Cabo Delgado. A garantia foi dada pelo porta-voz do Executivo, Inocêncio Impissa, durante a quarta sessão ordinária do Conselho de Ministros.
Segundo Impissa, o levantamento da suspensão das actividades no terreno constitui um sinal claro de que os pressupostos de segurança foram avaliados e considerados satisfatórios: “O condicionalismo para que se levantasse a suspensão das actividades era garantir-se a segurança mínima. Naturalmente, foram assegurados os padrões considerados mínimos ou óptimos para que as actividades possam decorrer”, afirmou.
Impissa explicou que a principal preocupação levantada tem sido a segurança da mão-de-obra moçambicana que deverá trabalhar nos projectos em Cabo Delgado. Em resposta, foi categórico: “O que eu posso dizer é que sim, há segurança. Por isso é que a população está lá a trabalhar”.
O porta-voz sublinhou que o actual cenário na província não pode ser comparado ao vivido há três ou quatro anos, quando os ataques terroristas atingiam níveis críticos. Embora reconheça a ocorrência de incidentes isolados, defendeu que a situação evoluiu significativamente, permitindo o regresso da maior parte das populações às suas zonas de origem.
“Já não temos a acção como acontecia antes. Boa parte das populações regressou, a administração está a funcionar, os serviços públicos estão a funcionar há pelo menos dois ou três anos”, afirmou.



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