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O mais recente relatório do Grupo de Segurança Alimentar das Nações Unidas aponta que cerca de 4,3 milhões de moçambicanos necessitam urgentemente de assistência humanizaria.
Para além do défice de financiamento, Grupo de Segurança Alimentar das Nações Unidas refere que em Moçambique a crise humanitária deriva dos ataques terroristas na zona norte e pelos eventos climáticos externos.
“Em Abril, estima-se que mais de 461 745 pessoas foram deslocadas internamente em Moçambique devido ao conflito, nas três províncias do norte, e 701 462 teriam retornado de áreas de deslocamento”, refere o documento que o Evidencias teve acesso.
Nos próximos tempos, segundo o relatório do Grupo de Segurança Alimentar das Nações Unidas, a crise humanitária poderá piorar em Moçambique devido à combinação de choques climáticos, conflitos e esgotamento das reservas alimentares.
Apoiando-se na Classificação Integrada da Fase de Segurança Alimentar (IPC), divulgada em Janeiro, aquela instituição chancelada pela ONU revelou que cinco milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar aguda em Moçambique.



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