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O plano nacional de reconstrução para fazer face aos danos causados pelas cheias e inundações da época 2025-2026 está orçado em pelo menos, 650 milhões de dólares. Este valor, contudo, é considerado provisório, uma vez que a época chuvosa ainda não terminou e novos levantamentos estão a ser realizados para apurar a extensão total dos estragos em infraestruturas vitais como estradas, pontes, escolas e centros de saúde.
No que diz respeito à mobilidade, o Governo confirmou que estão a ser realizadas intervenções paliativas na Estrada Nacional n.º 1 (N1) e noutras vias críticas para garantir que a circulação de pessoas e bens não seja interrompida. As obras definitivas e de grande escala só serão adjudicadas após a estabilização das condições climatéricas, de modo a garantir a durabilidade das novas construções.
Relativamente à situação humanitária, Inocêncio Impissa destacou a redução do número de deslocados: “De pouco mais de 140 centros de acomodação, foram desativados perto de 130. Hoje estamos a falar de apenas 19 centros ativos, onde as populações continuam a receber assistência sem indicação de rotura de stocks alimentares”.
Estes centros remanescentes concentram-se sobretudo nas províncias de Maputo e Zambézia.



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